quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Dia 30 no cinema:



Ridley Scott
80 anos de vida
+ de 50 anos de carreira
4 vezes indicado ao Oscar

Não dá pra deixar de falar no nome de quem faz parte da história do cinema e Ridley Scott colocou tantos filmes no nosso imaginário, como nenhum outro. Seja "Alien", "Blade Runner", "Thelma e Louise" ou "Perdido em Marte", fato é que Ridley Scott é um dos contadores de história mais extraordinário que o cinema ainda tem e um grande visionário, levando em conta que, só a ficção científica, reimaginou por várias vezes. E, aos 80 anos, continua formulando maravilhas e, em breve, lançará "All The Money In The World".

Terrence Malick
74 anos de vida
Quase 50 anos de carreira
Indicado a 3 Oscar

Raras aparições, sempre recluso, evita entrevistas, porém é outro dos cineastas americanos mais magistrais. Em 1973 lançou o espetacular "Terra de Ninguém", depois foi filmando com hiatos de tempos imensos e, se colocados na balança, seus filmes são extremamente belos e com uma capacidade narrativa, íntima, corajosa e com uma certa essência de mistério, que, enquanto incomoda a uns, arrebata a outros. Fato é que Terrence Malick é um dos maiores cineastas e, em breve, veremos "Radegund", seu próximo trabalho.

Também hoje: Hiam Abbass chega aos 57 anos; Gael García Bernal aos 39 anos; Ben Stiller aos 52 anos; Marc Forster aos 48 anos; Chris Weitz aos 48 anos; Lenny Abrahamson aos 51 anos e P. J. Hogan aos 55.

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Dégradé


🎬 A maior alegria da minha vida? Falar de filmes 
Tive o prazer de assistir " DÉGRADÉ " e tive o prazer de fazer esta foto na loja do Reserva Cultural para divulgá-lo em DVD para a Imovision. E foi um momento mágico 😍 
🌟🌟🌟

 "As mulheres da faixa de Gaza, todas se refletindo e refletindo o mundo lá fora"

O ponto de encontro: um salão de beleza em algum lugar na faixa de gaza. O ponto em comum: 13 mulheres dentro deste salão. O ponto destoante: uma mais diferente (e um tanto mais estereotipada) que a outra. O ponto de união: todas estão sob as tensões de suas vidas e sob as tensões de se viver numa zona de conflito. Estes são os motes deste belo drama palestino, a estreia na direção dos irmãos gêmeos Tarzan e Arab Nasser. (Agradecimentos sempre ao Elias Olive  ) O lugar assume cara de oásis, ele como que protege essas mulheres, enquanto elas estiverem ali dentro e, ao mesmo tempo, assume uma cara de lugar onde tudo é permitido ou, algo que gosto bastante, cara de lugar de "baixa tensão" e onde se pode "extravasar". É uma "anestesia" as suas metáforas; enquanto lugar em zona de conflito, se torna, em algum momento, um local de "baixa tensão". A construção deste filme, por si só, já é um grande clichê; essa ideia de reunir todos os personagens dentro de um local e transformá-los em núcleos de reflexão. É certo que neste filme essa construção não é tão surpreendente, mas o exercício, ao meu ver, é sempre um deleite. Não deixa de ser um filme de metáforas, do cerceamento e do controle forçado de Israel sobre os palestinos; também do número de mulheres que me evoca a figura de "novas discípulas"; ao próprio título que atira para 3 lados: a técnica capilar, a degradação da guerra e (pra mim o significado mais bonito) esses vários tons de mulheres presentes dentro deste lugar. Tem noiva, tem grávida, tem religiosa, tem viciada, tem a "mulher da meia idade", mas, na medida em que escapam das suas alusões e caem nos estereótipos, o filme me agrada menos. Me agrada mais quando, por exemplo, essas mulheres pensam no valor de suas vidas e como elas tem vivido sob uma cultura que as cerceia. Num das cenas mais interessantes, uma dessas mulheres pensa em como o país seria se elas estivessem no poder e se põe a dizer que cargos cada uma delas ocupariam no governo. Baseado em fatos reais, com um leão que fora roubado e que se torna uma das tensões ao final, o resultado é um filme que propõe a empatia com a realidade das mulheres expostas, mas pode parecer um pouco superficial. Há muito o que se ouvir, no belíssimo trabalho de som, principalmente na guerra que irrompe a certo ponto e há também a extraordinária Hiam Abbas, que é sempre um motivo de se encher os olhos. E há todas as mulheres, interpretadas com comprometimento, por cada uma de suas atrizes.
Disponível em DVD por R$39,90

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terça-feira, 28 de novembro de 2017

Dia 28 no cinema:



Agnieszka Holland
69 anos de vida
Quase 50 anos de carreira

Aclamada, premiada, indispensável, essa cineasta polonesa é uma das mais brilhantes realizadoras, ainda em atividade, que se possa existir. Surgindo na década de 70, trabalhando com os maiores nomes do cinema polonês, Krzysztof Zanussi e Andrzej Wajda, ela transitou entra a vanguarda e a retomada, de maneira sublime. Nos últimos anos, suas realizações vem representando a Polônia no Oscar. Ela já afirmou que "quando se nasce mulher, já se nasce quebrando as regras". Em breve veremos sua nova realização, "Pokot", que já está pré-indicada ao Oscar.



Alfonso Cuáron
56 anos de vida
+ de 30 anos de carreira

Vem do México um dos maiores nomes que tem trabalhado por inovar o cinema. Seu nome é Alfonso Cuáron e, tanta sua engenharia em "Gravidade", quando o resultado extraordinário que obteve com o filme, se tornaram patrimônios do cinema. Também seus filmes "Grandes Esperanças", "E Sua Mãe Também" e "Filhos da Esperança", são indispensáveis. Em breve veremos sua nova realização, "Roma"

Também hoje: Mary Elizabeth Winstead chega aos 33 anos; Ed Harris aos 67 e Leslie Nielsen completa 7 anos de falecimento.

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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Pra terminar esse dia 27:



Kathryn Bigelow
66 anos de vida
Quase 40 anos de carreira

Esta é uma das mulheres mais maravilhosas que o cinema americano poderia ter e deve se sentir honradíssimo por isso. Na última década ela foi a responsável pelos filmes mais eloquentes a serem lembrados na história, em "Guerra ao Terror", "A Hora Mais Escura" e, mais recentemente, em "Detroit"



Shalto Copley
44 anos de vida
12 anos de carreira

Sul-africano, este ator extraordinário, vai ficar marcado para sempre com uma atuação belíssima em "Distrito 9", outro dos filmes mais impressionantes da última década. O que se viu depois, em sua carreira, infelizmente não foi a repetição do mesmo êxito por uma série de razões, mas por "Distrito 9", pelo menos pra mim, sua lembrança está ganha.

Também hoje: Alison Pill chega aos 32 anos e Bruce Lee faria 77 anos.

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Primeira Imagem: Rooney Mara é Maria Madalena


A Film4 divulgou um primeiro olhar sobre esta produção que conta com Rooney Mara, Joaquin Phoenix, Chiwetel Ejiofor e Tahar Rahim.
Chamado de "épico bíblico", este filme é dirigido por Garth Davis, depois do seu sucesso na direção de "Lion", também com Mara, Nicole Kidman e Dev Patel. A previsão de lançamento de "Maria Madalena", lá fora, é para Março de 2018.

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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Olhando Para As Estrelas



Comovente documentário que se alterna entre o trabalho da profissional Fernanda Bianchini, que fez a primeira escola de ballet e artes para cegos do mundo; e a vida de duas de suas alunas. Neste registro acompanhamos uma montagem íntima dentro da escola de Fernanda e dentro da vida de Geysa e Thalia, mas o grande trunfo do resultado obtido aqui é, de fato, a percepção da inclusão; a percepção de que cegos, não só podem dançar, como poderiam viver muito mais inclusão, se o mundo não fosse feito só para pessoas "normais"; aliás, não só cegos atravessam por esse desafio, bem como todas as outras pessoas que tem necessidades físicas. Durante este documentário, há momentos extremamente comoventes, como não poderiam deixar de se fazer presentes, mas há, sobretudo, a nítida noção de que olhar de inclusão é que se busca, o olhar, por exemplo, com que Fernanda Bianchini fez sua vida, tornando o ballet absolutamente possível aos cegos. E renovando, assim, o filtro para a vida. 

Abaixo palavras do diretor e mais informações:

"Começamos este projeto como um retrato do trabalho da escola. Mas ao longo do caminho, as histórias nos levaram a lugares que não esperávamos e acabamos retratando a complexidade da vida daquelas pessoas, mais especificamente da Geyza e da Thalia, que passavam por mudanças importantes em suas vidas. Através dessas histórias, a equipe pôde ver como a paixão por aquilo que se vive e faz é capaz de preencher e trazer felicidade pro dia-a-dia. E também aprendemos que os maiores desafios que enfrentam vão muito além daquele que estava na superfície, que no caso delas é a cegueira", diz o diretor, Alexandre Peralta."


A Associação de Ballet e Artes para Cegos Fernanda Bianchini é a primeira escola de ballet para cegos do mundo. A escola, que apoia em sua maioria mulheres jovens de famílias de baixa renda e comunidades dentro e ao redor de São Paulo, foi fundada há vinte anos e, desde então, já́ apareceu na mídia no mundo todo. Nesse tempo, participaram de muitas apresentações importantes, entre elas, a cerimônia de encerramento das Paralimpíadas de Londres em 2012, fizeram uma performance de abertura para o Ballet Real da Dinamarca, e tiveram a oportunidade de dançar para a companhia Parsons de Dança, além de conquistar a admiração de ninguém menos que Mikhail Baryshnikov.


O filme é um documentário emocionante que ao longo de três anos acompanhou duas dançarinas da primeira e única escola de balé para pessoas com deficiência visual do mundo, a Associação de Ballet e Artes para Cegos Fernanda Bianchini, localizada na cidade de São Paulo. Geyza, além de ser a primeira bailarina da companhia é também professora na escola e Thalia, uma adolescente que apesar de todas as suas dificuldades, tem como objetivo e sonho, conquistar sua independência e autonomia. 

O filme recebeu alguns prêmios, incluindo prêmio de melhor documentário da HBO/NALIP (Associação de Produtores Latinos), prêmio da diversidade no Bentonville Film Festival e participou de vários festivais internacionais, como o Dance on Camera, prestigiado festival de filmes de dança, organizado pelo Film Society of Lincoln Center. O longa foi exibido no Los Angeles Film Festival e na 40a Mostra de Cinema de São Paulo.

[ Filme enviado com exclusividade ao Mais Cinema para ser comentado e divulgado ]

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O cinema nesse dia 23:



Vincent Cassel
51 anos de vida
Quase 30 anos de carreira
5 vezes indicado ao César

Ele já trabalhava, mas quando Vincent Cassel exibiu aquela verve em "O Ódio", todo mundo olhou e se perguntou "que ator é esse?". Quando o milênio virou, ele já havia ganhado a carreira, de "Shreck" a "Cisne Negro". Brevemente será visto em "O Grande Circo Místico" de Cacá Diegues e em "Underwater" de William Eubank.


Boris Karloff
Faria 130 anos
Foram 52 anos de carreira

Em 1931, quando Boris deu vida ao monstro Frankestein, foram lançados mais de 10 filmes com o ator. O que nem mesmo ele imaginava é que aquela que continua como a versão definitiva da obra de Mary Shelley, nos faria aclamá-lo pelo decorrer das décadas a fio.

Também hoje: Franco Nero chega aos 76 anos; Rodrigo Prieto aos 52 anos; Klaus Kinski faria 91 anos.

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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Até Nunca Mais


FOTOGRAFIA FEITA NA LIVRARIA TOQUE DE LETRAS
PARA ESTA MONTAGEM

"O que está acontecendo neste filme?"

Algumas curiosidades, vários elementos e uma narrativa intrigante dão o tom neste filme do cineasta francês Benoît Jacquot, que nos últimos anos realizou um filme extraordinário que é "Adeus, Minha Rainha", mas que tem muitos outros bons filmes em sua carreira de mais de 40 anos. Desejo que quem, assim como eu, perdeu "Até Nunca Mais" nos cinemas, o último trabalho do cineasta, possa se sentir curioso o bastante para assistí-lo, a partir de agora, em que passa a estar disponível através das plataformas digitais. De antemão, este filme transita entre o suspense e o thriler, depois cede ao desejo de desorientar o espectador, de maneira que quem assista, em algum momento, possa questionar: "o que está acontecendo neste filme?".

Basicamente, na trama, um cineasta de meia idade, levará sua jovem paixão, uma artista performática, para morar à beira de uma praia em Portugal (não perca as curiosidades do local em que o filme foi feito no decorrer deste texto) e, em determinando momento, ele desaparecerá (sim, é sem spoiler). O que se desencadeia no filme, a partir disso, com a jovem lá sozinha, é uma série de mistérios "confusos", espécies de impressões, sensações "sobrenaturais", reações ao luto ou a busca por filmar as tensões. Fato é que uma linguagem muito contemporânea é utilizada para construir a narrativa, uma linguagem que consegue ora ser clássica, trazendo a lembrança de Hitchcock, Bergman ou Godard; ora ser modernista, trazendo a lembrança de Jonathan Glazer, Luca Guadagnino ou Olivier Assayas. O resultado desse filme pode ser irregular, mas o exercício da narrativa impressiona, principalmente quando a personagem principal está abandonada.



Benoît Jaquot adapta livremente aqui a obra "O corpo Enquanto Arte", do escritor americano Don Delillo. O cineasta David Cronemberg adaptou "Cosmópolis" da obra do escritor. Há, em "Até Nunca Mais", a busca por uma extravagância, que se traduz em curiosidades como ter sido filmado praticamente todo numa casa próxima a "Praia da Marinha", em Lagoa (Algarve), em Portugal. Outras filmagens também aconteceram no túnel da CRIL em Lisboa e no Centro Cultural de Belém. Jaquot afirmou que o cenário português lhe ofereceu o clima que buscava para a trama e, de fato, a paisagem aqui se torna um atrativo, além da maior parte do elenco que é português. Pra terminar, é sempre uma oportunidade rica assistir Mathieu Amalric, mas a revelação aqui é a atriz Julia Roy, que carrega o filme e que ajudou a adaptar o roteiro.

"Até Nunca Mais" - À Jamais - Dir. por Benoît Jacquot - França\Portugal - 2016

Filme enviado com exclusividade ao Mais Cinema para ser comentado e divulgado.

Serviço:
NOW (R$11,90)
VIVO PLAY (R$ 11,90) / Google Play (Compra R$ 29,90 Aluguel R$9,90) / iTunes (Compra US$6.99 Aluguel US$2.99)

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Lindo dia 22 no cinema:

Scarlett Johansson
33 anos de vida
Quase 25 anos de carreira
4 vezes indicada ao Globo de Ouro, com 2 indicações num mesmo ano

Em algum momento, se alguém teve dúvida do talento da nova iorquina Johansson, há pelo menos três atuações completamente emblemáticas feitas por ela, pós anos 2000, que ser vem para derrotar a perspectiva negativa: como Charlotte em "Encontros e Desencontros", como Samanta em "Ela" e como uma alienígena em "Sob a Pele". Em 2004 conseguiu o feito de ser indicada duas vezes ao Globo de Ouro como melhor atriz, por "Encontros e Desencontros" e por "Moça com Brinco de Pérola". Ou seja, estamos falando de uma das atrizes mais extraordinárias de sua geração. Em breve ouviremos novamente sua voz em "Ilha de Cachorros" de Wes Anderson.





Mads Mikkelsen
52 anos de vida
+ de 20 anos de carreira

Não há dúvidas de que este seja um dinamarquês arrebatador. De 10 filmes que ele faça, pelo menos uns 8 são de cair o queixo e é preciso lembrar que fez parte do manifesto "Dogma 95" atuando em "Corações Livres" de Susanne Bier; ainda com Susanne faria outro filme devastador\obrigatório, como continua sendo "Depois do Casamento". Para além disso, tornou-se um dos nomes mais aclamados do cinema dinamarquês a ponto de sua carreira internacional o levar a se tornar Hannibal na série, um dos papéis mais assustadores do cinema. E, é impossível deixar de mencionar sua dolorosíssima atuação em "A Caça", que lhe rendeu a merecida Palma por atuação em Cannes.






Também hoje: Jamie Lee Curtis chega aos 59 anos; Adèle Exarchopoulos aos 24; Mark Ruffalo aos 50; Terry Gilliam aos 77; Leos Carax aos 57; Marjane Satrapi aos 48; Andrzej Zulawski faria 76 e Geraldine Page faria 93 anos.

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terça-feira, 21 de novembro de 2017

Dançando No Escuro e os 52 anos de vida de Björk

FOTOGRAFIA FEITA NA FAZENDA SANTA BARBARA
PARA COMEMORAR OS 52 ANOS DE BJORK
CONHEÇA A FAZENDA SANTA BARBARA

Arrepia: durante a transição do milênio, no ano 2000, Lars Von Trier faria de "Dançando no Escuro" uma obra-prima assombrosa (como ainda permanece), venceria a "Palma de Ouro" em Cannes e faria de Björk a primeira, das mulheres do novo milênio, reconhecidas em Cannes com a "Palma" por melhor atuação. Dá até a impressão de que tem algo de "místico" aí, afinal, não teria ninguém mais apropriado que Lars Von Trier e Bjork para "batizar" a "nova era" no maior festival de cinema que se tem notícia. E Björk é, não só uma artista, mas uma criatura completa e de uma capacidade muito genial.



FAZENDA SANTA BARBARA
INFORMAÇÕES NO FIM DO TEXTO
Björk, aos 11 anos, ao interpretar clássicos ao piano, deixou tanta gente de queixo caído, que recebeu um contrato de gravação. A garota da Islândia, egressa do punk rock islandês, filha da influência  de David Bowie e fã de Elis Regina, encontraria um modo de fundir gêneros musicais e suas bases, criando uma personalidade musical, delicadamente íntima, mas com um poder de abrangência fulminante; encontraria também a genialidade de transcender aos padrões estéticos de todas as esferas em que estivesse inserida, fosse musical, fosse da moda ou fosse da performance. Assim como os incomparáveis grandes nomes no decorrer da histórica da música, não há absolutamente nada igual a Bjork, promovedora de grandes obras primas ("Human Behavior", "It's Oh So Quiet", "Dull Flame Of Desire") , de álbuns memoráveis ("Debut", "Vespertine", "Biophilia") e de momentos inexplicáveis sobre o palco. Em 2016 Björk resistiu ao sexismo\machismo dizendo:


“As mulheres na música estão autorizadas a serem cantoras e compositoras que cantam sobre seus namorados. Se elas mudam de assunto para átomos, galáxias, ativismo, matemática nerd usada na edição de batidas ou qualquer outra coisa além de serem intérpretes cantando sobre seus amores, elas são criticadas: os jornalistas sentem que falta algo, como se nossos únicos assuntos fossem emocionais [...]; Eu fiz [os álbuns] ‘Volta’ e ‘Biophilia’ ciente do fato de que esses não eram assuntos sobre os quais mulheres normalmente escrevem. Eu senti que podia. No ativista ‘Volta’, cantei sobre pilotas grávidas suicidas de bombardeio e pela independência das Ilhas Faroë e da Groenlândia. No pedagógico ‘Biophilia’, cantei sobre galáxias e átomos, mas foi só com ‘Vulnicura’, quando falei sobre uma desilusão amorosa, que ganhei aceitação total da mídia. Aos homens é permitido passar de um assunto a outro, fazer ficção científica, obras de época, palhaçadas e serem cômicos, nerds de música que se perdem esculpindo uma atmosfera sonora. Às mulheres não. Se não rasgarmos o peito e sangrarmos sobre os homens e crianças de nossas vidas, estamos enganando nosso público [...]; Espero que no ano que vem, embora eu tenha sido corajosa por compartilhar com vocês um assunto clássico das mulheres — o coração partido —, eu possa tirar essa fantasia e sair desse papel. Vocês congelaram Édith Piaf e Maria Callas nele (nenhum documentário que vi sobre ela deixa de mencionar Aristóteles Onassis, mas não há menção sobre as mulheres que os músicos amaram ou sobre as que partiram seus corações). Vamos fazer de 2017 o ano em que executamos plenamente essa transformação!!! O direito à diversidade para todas as garotas aí fora!!!”

Fazenda Santa Barbara: tem sido a revelação do interior de São Paulo em locais para casamentos, eventos e dezenas de possibilidades. É o cenário da novela "Carinha de Anjo" do SBT.
Conheça: http://fazendasantabarbara.com/

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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Liga da Justiça



Percebi como este filme está enxuto, todo ágil, com foco no que é necessário e não em mais do que isso. Depois da proeza da cineasta Patty Jenkins em "Mulher Maravilha", seria difícil para a DC seguir sem levar em conta aquele arrojo e aquela limpidez que a cineasta exibiu na consistência da trama (pra mim, sem sombra de dúvidas, uma constatação na minha lista dos 10 melhores filmes do ano). Creio que isso faça sentido quando se olha para a "Liga Da Justiça" e percebe-se que, para um filme com tantos personagens, não tem ninguém "enchendo linguiça". Na medida em que vão aparecendo, você sabe o mínimo sobre eles, e o que você sabe funciona; depois, quando estão juntos, tudo flui ainda mais. Os grandes personagens, Mulher-Maravilha, Batman e o Superman, estão lá cumprindo muito bem o seu papel; os outros, o Ciborgue, o Aquaman e o Flash, também encontram o seu tom; todos sob a batuta de Zack Snyder, que a certo ponto divide a direção com Joss Whedon, por conta de ter vivido a tragédia do suicídio da filha. O filme flui. Mas não o bastante.

Tive uma nítida impressão de que esta tentativa de polir ao máximo possível o filme e aproveitar bem suas duas horas, também não deram muito espaço para produzir uma sensação que fosse menos digital e mais "artesanal" (aliás, nesse sentido, o vilão "Lobo da Estepe" não me convenceu de que, em algum momento, pudesse mesmo dominar seu "plano maligno"). Não encontrei aquela admiração de se fazer "arregalar os olhos" ou aquele prazer da oportunidade do encontro "icônico" entre personagens. Honestamente, diga-se de passagem, pelo menos nisso, até quem não gosta (e como tem gente que não gosta!) há de concordar comigo, que é o que tinha "sobrando" em "Watchmen" de Zack Snyder (sem comparações e guardadas as devidas proporções. O resumo da ópera é que saí da sessão me perguntando se era esse o filme que esperávamos da "Liga da Justiça" e se o resultado não é aquele de sempre, mais do mesmo.

"Liga da Justiça" - Justice League - Dir. por Zack Snyder - EUA - 2017 
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Depois Daquela Montanha



"Escapista e muito eficiente! Um bom resultado!"

É curioso pra mim observar como um filme, dentro do seu gênero e de seus subgêneros, se faz com os seus clichês dos clichês e vai escapando de todos eles. A direção desse cineasta israelense, Hany Abu-Assad, um dos melhores em atividade em seu país, mas feita aqui fora de sua língua (depois de várias proximidades com o Oscar), tem bons exercícios, encontra saídas que me deixaram surpreso, mas que, mesmo assim, só ganham a vida que precisam quando terminam em dois monstros: Kate Winslet e Idris Elba. Não é que eles salvam o filme, ao contrário, eles somam aos talentos desta realização e, inevitavelmente, se tornam "A" grande atração.

Então você tem um filme de sobrevivência, que alimenta esse desafio e espera que essas duas pessoas lutem para não morrer e acabem se apaixonando. E o filme escapa disso. Surge, até que plausivelmente, um lugar e este lugar altera os acordes. Poe-se a instaurar um conflito entre um semi-casal (como se fosse um falso casal), com alguns detalhes escondidos e até uma certa tensão doméstica. E o filme escapa disso. Alinhando-se ao seu desfecho, se torna uma espécie de "amor impedido", romance não correspondido, desses em que vai cada um para um canto. E, ao final, não é que consegue escapar disso. Achei interessantíssimo, eficiente e coeso. Dá até para tirar um bom humor da personagem de Kate Winslet, uma "xereta" de mão cheia e que ali, em meio ao gelo, parece mesmo que vai levar onde estiver pra debaixo d'água ou que algo vai desabar sobre ela (lembrando a "sina" do elenco de "Titanic", que sempre dão um jeitinho de "afundar" onde estão).

Para todos os efeitos esse filme funciona e tem outro talento, que gosto muito. Em meio a esta oportunidade de assistir Winslet e Elba contracenando juntos, gosto da forma como a paisagem natural serve para envolver os personagens e causa menos pavor, do que causa a maioria dos outros filmes de sobrevivência. Em "Depois Daquela Montanha" os personagens se descobrem, se encontram, encontram seus conflitos internos e dão um jeito de saber o que fazer com eles. Eles ficam mais tensos com suas realidades íntimas, do que com o perigo externo que os espreita. E, se o filme consegue se sustentar assim, sem saltos muito agressivos, é sinal de que é um bom filme.

"Depois Daquela Montanha" - The Mountain Between Us - Dir. por Hany Abu-Assad - EUA - 2017

FOTOGRAFIA FEITA NO CINEMA MULTIPLEX ITATIBA MALL QUE APOIA O DESENVOLVIMENTO DOS
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domingo, 19 de novembro de 2017

Dia 19 lindo demais



Jodie Foster
55 anos de vida
Apareceu na Tv aos 3 anos de idade
Quase 50 anos como atriz

Esta criatura extraordinária pertence ao grupo dos talentos incontroláveis. Foi indicada 4 vezes ao Oscar, com 2 grandes vitórias, uma em "Acusados" (1989) e a outra em "O Silêncio Dos Inocentes" (1992), ambas como melhor atriz. Como cineasta também é de um talento fascinante vistos nos 4 longas realizados por ela. Há 10 anos encarou a vida pública e viu a importância de assumir sua homossexualidade. Vida longa a Jodie Foster.

Barry Jenkins
38 anos de vida
14 anos dirigindo
Realizou 2 longas devastadores

De repente surge o nome de um homem de Miami realizando, literalmente, um dos filmes da década a ser lembrado por qualquer mera menção à história do cinema contemporâneo; um homem chamado Barry Jenkins, dirigindo um filme chamado "Moonlight", que vence 3 Oscars e que oferece um bálsamo, como nenhum outro ofereceu através do cinema, à violência racial de séculos. Mas para além disso, seu filme anterior, "Remédio Para Melancolia", já oferecia um olhar de plena beleza sobre a vida de jovens negros na cidade de San Francisco. Ele, Barry Jenkins, é memorável!

Adam Driver
34 anos de vida
17 anos atuando profissionalmente
Já foi dirigido por Clint Eastwood, Scorsese e pelos irmãos Coen

Da Broadway para aclamadas realizações, tanto na Tv, quanto no Cinema. Adam Driver ofereceu as produções que integrou e aos cineastas com quem trabalhou, um carisma extremamente conquistador. Alçou um voo inevitável em papéis arrebatadores, como o Kylo Ren em "Star Wars", o Padre Garupe em "Silêncio" e Paterson em "Paterson". Brevemente será visto em "Annette" de Leos Carax e "The Man Who Killed Don Quixote" de Terry Gilliam.

Também hoje: Meg Ryan chega aos 56 anos de vida; Charlie Kaufman aos 59; e Paul Weitz aos 52 anos.

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sábado, 18 de novembro de 2017

Paraíso


"Em 2016, no cinema, fomos Daniel Blake, fomos Michèle Leblanc ("Elle"), fomos Clara ("Aquarius"), mas também poderíamos ter sido Olga Kamenskaya ("Paraíso")."


[ Quem lançou em DVD no Brasil e enviou ao Mais Cinema para ser divulgado e comentado? A "A2 Filmes"
Onde a foto foi tirada? Na "Livraria Toque De Letras" em Itatiba ]

Eis o filme do grande cineasta\mestre russo Andrei Konchalovsky, que a Rússia, cheia de coerência, indicou ao Oscar e que, de fato, esteve entre os 9 finalistas a melhor filme estrangeiro em 2017. Se fizéssemos um jogo de palavras e se perguntássemos a qualquer pessoa quais palavras viriam a sua mente sobre nazismo, certamente jamais ouviríamos a palavra "paraíso". Por isso, se soubéssemos tão somente que este filme é sobre nazismo, já se instalaria uma curiosidade, afinal, o que existiria de celestial naquele inferno?! O título ambíguo deste filme assume duas personalidades, uma poética e outra que emerge da mentalidade nazista, que acreditava na instauração de um "paraíso", através de si.

No entanto, a beleza do título se revela nos 3 personagens que geram a alma de sua estrutura narrativa . São 3 confissões, 3 testemunhos, 3 relatos, 3 exposições, que por vezes se revelam também como uma busca desses mesmos personagens ao tentar entender suas atuações em meio ao horror. Compartilham seus tormentos e observações uma aristocrata russa, Olga, presa por esconder 2 crianças judias em Paris; um colaborador nazista, Jules, um símbolo perdido de tal serviço e um emblemático oficial da SS, Helmut, cujo cargo, deflagrar a corrupção entre os líderes nazistas, se confunde entre sua honestidade, gasta ao crer na "ideologia" do movimento, e o confronto com quem pratica a corrupção.

Os 3 personagens, ali desolados e sozinhos diante da câmera, trazem suas perplexidades ao espectador. São registrados com câmera estática, sendo documentados numa tela quadrada, num uso do formato 4:3, aliado ao preto e branco da fotografia de Alexander Simonov; aliás, um uso complexo da cor, pois se o filme fosse colorido, jamais sentiríamos as mesmas emoções e faria muito menos sentido. Neste sentido, a intuição de Andrei Konchalovsky aqui, foi memorável. Todo este tratamento e todo dispositivo da narrativa, que se estende por todo o filme, causa a sensação de que as histórias que vemos, os espectros desses relatos, são mesmo de outro tempo; certos momentos parecem retratos, como nos induz a forma como capta a câmera e como enquadra os personagens, porém, o maior trunfo da direção de Andrei Konchalovsky é, trazendo também ao filme um resultado metafísico, evitar a apreensão na tortura dos campos de concentração, mas invocar uma "violência espiritual", o que, acredite, é igualmente doloroso e torturante, senão mais.

Mas, em Olga, para onde convergem os outros personagens, reina a "mise en scène" e a contribuição da roteirista Elena Kiseleva. Nela também se consolida a presença das mulheres, consideradas as heroínas da resistência ao nazismo e não há como não se render a atuação da extraordinária de Julia Vysotskaya. Uma contribuição que soma a este filme a definição de extraordinário.

" PARAÍSO " - Рай - Dir. por Andrei Konchalovsky - Rússia - 2016 - Distribuidora no Brasil para Cinema: Mares Filmes - Distribuidora no Brasil para mídia: A2 Filmes

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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Senhoras e senhores:


75 anos de vida de Martin Scorsese

75 anos de vida
+ de 50 anos de carreira
9 indicações ao Oscar - 1 vitória

Patrimônio da história do cinema, um dos cineastas mais memoráveis de todos os tempos, Martin Scorsese tem a plena capacidade de se reinventar, seja através de seus talentos, seja através de seu ativismo em prol da própria história do cinema. Ele, que vem recebendo verdadeiras pérolas em suas definições como "o que vem salvando o cinema da extinção", já criou um fundo para apoiar novos cineastas, vem trabalhando na restauração de obras do cinema e foi além; fechou com a Unesco para o desenvolvimento do projeto que tem por objetivo restaurar e evitar que se perca a cinematografia africana, tendo como objetivo inicial atender a primeiros 50 filmes da África. Por essas atitudes, por tantas obras-primas que já rendeu ao cinema e por nosso amor a ele, celebramos hoje seus 75 anos de vida! 

Além dele: Rachel McAdams chega aos 39 anos de vida; Sophie Marceau aos 51 anos; Danny DeVito aos 73 e Roland Joffé aos 72.

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Versátil Home Video: Berlin Alexanderplatz



ATENÇÃO:
@daniel_serafim_mais_cinema tem o prazer de apresentar:
⭐⭐⭐⭐⭐
Conheçam a Versátil Home Video, pois é através dela que temos os maiores  clássicos e a história do Cinema, disponível neste país. Sigam @versatilhv ❤
⭐⭐⭐⭐⭐
Pré-venda: Berlin Alexanderplatz - Edição Restaurada (6 DVDs)
Reserve já sua edição: www.versatilhv.com.br
A Versátil Home Video, com o apoio da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, do Goethe-Institut São Paulo, do Consulado Geral da Alemanha em São Paulo e da Arvato Digital Services, apresenta, a versão restaurada de Berlin Alexanderplatz, o épico Rainer Werner Fassbinder.
Essa edição especial com 6 DVDs traz a série com quase 16 horas de duração e um farto material extra, incluindo documentários e depoimentos.
Baseando-se no grande romance expressionista de Alfred Döblin, Fassbinder nos conta a história de Franz Biberkopf que, após cumprir quatro anos de prisão, decide começar uma vida nova na Berlim do final dos anos 20. Será que Franz conseguirá se tornar um “homem decente” na corrosiva paisagem urbana da República de Weimar?
Um verdadeiro monumento da arte cinematográfica do século XX, Berlin Alexanderplatz é a obra máxima de Fassbinder e uma fascinante reflexão sobre a Alemanha no período entre-guerras.
Extras: Berlin Alexanderplatz: a restauração (Alemanha, 2007, 32 min., dir: Juliane Lorenz), Making of de Berlin Alexanderplatz (Alemanha, 1980, 45 min., dir.: Hans Dieter-Hartl), Depoimentos especiais (50 min.)
Reserve já sua edição: http://www.versatilhv.com.br/produto/251971/berlin-alexanderplatz-edicao-restaurada-6-dvds
Prazo de entrega à partir de 30/11/17.
(As informações acima são da página da Versátil Home Video no facebook)
Procurem as hashtags no instagram:
#berlinalexanderplatz #rainerwernerfassbinder #versatil #NoMaisCinemaVocêSabeMais #MaisCinema #AGenteSempreQuerMaisDaquiloQueAGenteAma

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terça-feira, 14 de novembro de 2017

Rubens Ewald Filho


* Por que pra mim é tao especial encontrar com Rubens? *
Hoje tive mais um encontro com Rubens e, dessa vez, no querido CineSesc, cujo resultado foi esse abraço extremamente caloroso 


Me emociono, porque sou de origem pobre, odeio mencionar essas coisas, porém não posso me esquivar de como caminhou a correnteza da minha vida; origem pobre, órfão, do interior, sem condições pra exatamente nada e, desde pequeno, lendo o que davam, ouvindo e assistindo o que me deixavam e, dessa forma, conheci Rubens, o assistia quando possível, lia seu guia na casa dos outros e, assim, me encantava. Pra mim era impossível conhecê-lo na vida. Pela lógica da pobreza do contexto em que nasci, não tinha perspectiva de vida, a perspectiva é que eu existisse em um lugar completamente contrário ao qual existo hoje. Através de pulsões de vida e de uma vontade de viver, que, misteriosamente, foram mais fortes que eu mesmo, meu resultado até aqui tem sido o contrário e, através de dificuldades e conquistas, tenho estado ao lado de grandes nomes do cinema e, mais do que isso, para minha surpresa, no dia de hoje, o ápice foi Rubens me abraçar dessa maneira. Esse abraço é "cura", é repaginar toda minha história de vida até aqui, é trazer uma "benção" para a minha meta, que é chegar a ser um futuro crítico de cinema, mas já se sentir "abençoado" nessa jornada como blogueiro de cinema. E Rubens me disse coisas maravilhosas hoje! Eu nunca poderia prever que viveria essas coisas, gratidão vida, gratidão! E quero agradecer também Flavia Arruda Miranda, quem me "convocou" carinhosamente para estar nesse dia tão especial que foi hoje, te amo Fla 

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domingo, 12 de novembro de 2017

Cinemagia: A História Das Videolocadoras de São Paulo

CARTAZ GENTILMENTE CEDIDO PELO BELAS ARTES PARA ESTE PROJETO
FOTOGRAFIA FEITA NO CAIXA BELAS ARTES

"Cineasta filma extinção de videolocadoras em São Paulo, capta últimos suspiros de algumas lojas, colhe depoimentos de pioneiros e fala de nossas experiências 'menos humanas'"

Para o paulistano Alan Oliveira (36), roteirista e editor de formação, há uma história a ser contada e a ser celebrada, sobre os 40 anos das Videolocadoras e Home Vídeo, que explodiram de São Paulo para todo o Brasil. As estações desses 40 anos, de 1976 a 2016, foram filmadas por ele (acreditem!) de forma extraordinária e emocionante, toda feita "do bolso", independente, sem fomento ou patrocínio. Este documentário, uma pérola a ser encontrada, está disponível, não nas prateleiras (como tantas que encontrávamos depois de horas garimpando dentro das locadoras), mas a partir desta semana numa das salas do Caixa Belas Artes, em São Paulo. É preciso dizer a quem tem dificuldades em estabelecer uma relação com a linguagem documental, que este documentário conseguirá envolvê-los, pois há uma qualidade familiar contida nele, justamente pela capacidade de, em menos de duas horas, exibir um registro que tem a ver com raízes da nossa história, das nossas famílias e de momentos inesquecíveis que vivemos sozinhos, com amigos ou em casais. No entanto, cresce em também ser um registro de uma era que dolorosamente entra em extinção, em também ser um registro para novas gerações que se configuram a partir de experiências menos humanas, movidas pela sedução do imediatismo, das facilidades e de ter tudo na palma da mão.

O emblemático no retrato criado por esse registro, fica por conta de ser produzido através da história dos "pais" dessa indústria, as primeiras pessoas que desenvolveram esse mercado no país e o estabeleceram. No entanto, o grande emblema do documentário de Alan Oliveira chama-se Adelino Dos Santos Abreu, o Ghaba, de fato quem viveu o primeiro amor pela possibilidade de "compartilhar" filmes e fez pela primeira vez o que centenas de pessoas fizeram depois: começou a alugar poucos títulos dentro da própria casa, não em garagem, mas dentro da própria casa mesmo. O início do documentário é de uma intuição fabulosa, ele apresenta duas importantes mulheres, Maria Aparecida de Oliveira, a esposa do Ghaba, e Helena Cunha Bueno, cineasta e amiga do Ghaba; essas duas mulheres estavam junto com ele quando tudo começou, são testemunhas, foram operárias e, sobretudo, tinham um carinho pelo Ghaba. A partir daí, a compreensão da figura do Ghaba é memorável, é dessas pessoas definitivas ou como menciona o cineasta Alan Oliveira "o Ghaba era tudo, fazia tudo. Não cabia em uma pessoa só. É a melhor definição para ele!".

Sonia Abreu, a mulher que funda a "2001 Vídeo", também é uma peça importante; ela é uma espécie de "discípula" do Ghaba, ela vive o fascínio primordial quando pisa dentro do espaço proposto pelo Ghaba e decide que aquele universo é o único que a fará feliz. Parece utópico, mas há de se prestar atenção na emoção de Sonia Abreu, pois o que se verá depois, em todos os outros pioneiros, é uma chama do fogo que o Ghaba acendeu. Nenhuma das figuras históricas vistas aqui se moveram a abrir suas lojas sem antes, duas coisas: amar filmes e enxergar um "sonho realizado" na possibilidade de ter o mundo dos filmes num alcance "mágico" (e poder compartilhar isso). Mesmo depois, quando aquilo já é um comércio e anseia por medidas legais, que não existiam no país, e a maioria dessas pessoas começam a se reunir, a viajar e gerar algo de concreto, mesmo depois disso, a chama dentro deles não diminui. Não diminui nem quando suas lágrimas caem ao final deste documentário.

Porém, a tecnologia, um fim do qual queremos depender, trouxe uma leitura abrasiva para o entretenimento e o lazer. Em determinado momento surge o DVD, depois o Bluray, mas não é o bastante. Em 2014, com a primavera do acesso vibrando entre os dedos, as videolocadoras já estavam as mínguas e o cineasta Alan Oliveira decidiu que era a hora de ligar as câmeras. Ele mesmo faz uma referência desestabilizadora quando afirma sobre o começo de suas filmagens dizendo "Captamos os últimos suspiros de muitas lojas". De lá pra cá, foram mais de 200 horas de filmagens, 56 gravações em 4 anos, mais de 80 entrevistas, mais de 20 videolocadoras e depoimentos de distribuidores, jornalistas, críticos de cinema, clientes das lojas e até vendedores de filmes influentes à época. Ou seja, esse registro também tem um aspecto definitivo, pois traça, com um interesse honesto e carinhoso (e curiosamente oferece uma leitura antropológica da sociedade), a cronologia do Home Vídeo, a partir de um estudo e do desafio de montar esse quebra-cabeça. O resultado é imperdível!

Pra terminar, sobre o futuro da indústria, sobre não sair de casa para ver filmes, perguntei ao cineasta sobre sua própria leitura, ele que está dentro dela. E ele respondeu: "Não há como prever o que vai acontecer com as janelas de distribuição. A tecnologia muda tudo. As experiências tendem a ser menos humanas. Acredito que sempre haverá público para o cinema e a experiência de se ver filmes em casa sempre foi diferente, então uma coisa não anula a outra. Nosso debate está sobre a nossa relação com as obras, é ela que se modifica se escolhemos em ver um filme no cinema ou em casa. Apesar da facilidade, sinto que o contato com o filme em casa vai ficando superficial, uma vez que vê-lo no cinema implica numa "missão" e nossa história com o cinema se constrói em sair de casa, cruzar um caminho, encontrar pessoas, ou seja, é muito mais sensorial. É disso que falamos com a perda das videolocadoras!".

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quarta-feira, 8 de novembro de 2017

50 boas dicas para assistir on line e mais barato

FOTOGRAFIA FEITA NA LIVRARIA
TOQUE DE LETRAS EM ITATIBA
PARA ESTA MONTAGEM

Até 13 de novembro, uma seleção de filmes independentes consagrados e lançados em 2017, está acessível ao público por preços promocionais na plataforma NOW (50% de desconto com preço de R$ 5,90 para lançamentos do segundo semestre e R$ 2,95 os do primeiro semestre). Na lista dos filmes selecionados pelo serviço de sugestão de filmes "Filmmelier", e que o "Daniel Serafim Mais Cinema" também endossa aqui (alguns com texto neste blog e outros com vídeo pelo canal no youtube), estão o longa obrigatório e vencedor do Oscar, "O Apartamento"; o indicado ao Oscar "Um Homem Chamado Ove", o grande vencedor da Palma de Ouro em Cannes\2016 "Eu, Daniel Blake" e outros que foram destaque nos principais festivais de cinema do mundo, como Cannes, Toronto, Veneza e Berlim, além de longas de diretores ovacionados e atuações incríveis e premiadas. Pra quem não teve condições de assistir nos cinemas, tem agora uma oportunidade com qualidade de som e imagem, de conferir no conforto de sua casa. Confira os destaques:









" ALÉM DAS PALAVRAS ", de Terence Davies
História de vida da celebrada poeta americana Emily Dickinson, desde a sua infância, quando era uma criança cabeça-dura, até a sua vida adulta solitária, onde a poesia era seu consolo. O filme conta com uma atuação marcante e elogiada da atriz Cynthia Nixon.










" BELOS SONHOS ", de Marco Bellocchio 
Exibido na Semana dos Realizadores em Cannes 2016, último filme do consagrado diretor italiano, Marco Bellocchio, conta a história de um conceituado jornalista que sofreu uma perda irreparável quando criança: a morte a mãe. Agora ele precisa vender o apartamento dos pais e acaba confrontando seu passado e descobrindo a verdade.











" DEMÔNIO DE NEON ", de Nicolas Winding Refn
Concorrente à Palma de Ouro de Cannes em 2016, o polêmico filme do visionário Winding Hekf apresenta Jesse (Elle Fanning), uma aspirante a modelo que se muda para Los Angeles para tentar a sorte na carreira, mas acaba cercada por um grupo de mulheres obcecadas sua beleza que farão de tudo para conseguir o que Jesse tem.











" EU NÃO SOU SEU NEGRO ", de Raoul Peck
Dirigido pelo haitiano Raoul Peck, o documentário traça um paralelo sobre a questão racial nos Estados Unidos desde a década de 60 até os dias atuais e reflete como é ser negro no país. Narrado pelo ator Samuel L. Jackson, o longa, que concorreu ao Oscar 2017 de Melhor Documentário, é baseado em um livro inacabado do escritor James Baldwin, “Remember This House”.








" EU, DANIEL BLAKE ", de Ken Loach
Vencedor da Palma de Ouro em 2016, o premiado longa britânico conta a história de um senhor que é obrigado a parar de trabalhar por conta de um problema de saúde, mas se vê forçado a procurar emprego quando seu auxílio é interrompido. Na busca por trabalho, ele conhece uma mãe solteira, vivida pela atriz Hayley Squires, que também não possui condições financeiras para se manter, e eles passam a se ajudar.








" INVASÃO ZUMBI ", de Sang-Ho Yeon
Fenômeno da Coreia do Sul, grande sucesso dos cinema no Brasil, o terror traz a história de um vírus fatal que se espalha pela Coreia do Sul, transformando em zumbis todos que são contaminados. O pontapé da trama é um surto viral misterioso que deixa a Coreia em estado de emergência. Um vírus não identificado se alastra pelo país, transforma a população em zumbi e o governo coreano declara lei marcial.







" MARGUERITE ", de Xavier Giannoli
O filme é inspirado na história real de Florence Foster Jenkins, conhecida como "a pior soprano do mundo". Nos anos 1920, a rica Marguerite Dumont (Catherine Frot) está convencida de que tem uma belíssima voz e organiza vários concertos privados em sua mansão. Ela é muito apreciada pela generosidade e pelas belas festas, mas ninguém tem coragem de dizer que Marguerite canta incrivelmente mal. 










" MELHORES AMIGOS ", de Ira Sachs
Após a morte de seu avô, o reservado Jake, de 13 anos, se muda com a família para o Brooklyn, onde conhece o extrovertido Tony, de sua idade, e logo se tornam amigos inseparáveis. No entanto, o pai de Jake herdou o imóvel da loja de roupas da mãe de Tony, uma chilena solteira. Logo um sério conflito entre as duas famílias, por causa do custo do aluguel, colocará em risco a amizade dos meninos. 









" O APARTAMENTO ", de Ashgar Farhadi
Ganhador do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, o filme acompanha um casal de atores, Ernad (Shahab Hosseini) e Rana (Taraneh Alidoosti), que tem que mudar de apartamento por conta de uma ameaça de desabamento. Vão morar em um apartamento emprestado, onde são surpreendidos por uma grande violência. O filme concorreu a Palma de Ouro no último Festival de Cannes, onde recebeu o prêmio de Melhor Ator para Shahab Hosseini e Melhor Roteiro. 









" O CIDADÃO ILUSTRE ", de Gastón Duprat e Mariano Cohn
O filme apresenta a história de Daniel Mantovani (Oscar Martínez), um escritor argentino que vive na Europa há três décadas e é consagrado mundialmente por ter recebido o Prêmio Nobel de Literatura. Seus livros se caracterizam por retratar a vida em Salas, a pequena cidade da Argentina que nasceu e que não voltou a visitar desde que partiu com planos de ser escritor. Grande sucesso de crítica e público na Argentina e no Brasil. 







" PATERSON ", de Jim Jarmusch
Aclamado pela crítica, o mais recente filme do diretor Jarmusch traz rotina e a melancolia como objeto central da trama. O longa retrata o dia a dia de um motorista de ônibus, vivido por Adam Driver, que nas horas vagas gosta de escrever poesia. O motorista e poeta mora com a namorada Laura (Golshigteh Farahani) e com um buldogue Marvin na pacata cidade. Enquanto a companheira é uma jovem que não sabe muito bem o que quer da vida, Paterson vive uma vida confortável, sem luxos, e com os pés no chão. 







STEFAN ZWEIG, ADEUS EUROPA ", de Maria Schrader
Inspirado no livro “Morte no Paraíso – a Tragédia de Stefan Zweig”, do brasileiro Alberto Dines, o longa mostra os anos de exílio do intelectual judeu. Zweig deixou Áustria, seu país natal, em 1934, tentando encontrar lucidez diante dos acontecimentos na Alemanha nazista e uma perspectiva de uma vida melhor no Novo Mundo – de onde nunca voltou. 






" UM HOMEM CHAMADO OVE ", de Hannes Holm
Aos 59 anos de idade, Ove é o velho rabugento da vila, que muitos anos atrás foi deposto do cargo de síndico do condomínio, mas ele não liga para a destituição e assim continua a cuidar da vizinhança com punho de ferro. Quando a grávida Parvaneh e sua família se mudam para a casa do outro lado da rua e acidentalmente atingem a caixa de correspondência de Ove, nasce uma amizade inesperada. O longa concorreu ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2017.


E tem mais:


13 MINUTOS (Elser), de Oliver Hirschbiegel
A ECONOMIA DO AMOR  (L'Économie du couple), de Joachim Lafosse
A ESPERA (L’Attesa), de Piero Messina
A JOVEM RAINHA (The Girl King), de Mika Kaurismäki
A ÚLTIMA LIÇÃO (La Dernière Leçon), de Pascale Pouzadoux
A VIDA DE UMA MULHER (Une Vie), de Stéphane Brizé
ANDE COMIGO (De Standhaftige), Lisa Ohlin
ANESTESIA (Anesthesia), de Tim Blake Nelson
AS CONFISSÕES (Le Confissioni), de Roberto Andò
UMA BELEZA FANTÁSTICA (This Beautiful Fantastic), de Simon Aboud
CLASH (Eshtebak), de Mohamed Diab
COLOSSAL, de Nacho Vigalondo
DE PALMA, de Noah Baumbach e Jake Paltrow
É APENAS O FIM DO MUNDO (Juste La Fin du Munde), de Xavier Dolan
ESTADOS UNIDOS PELO AMOR (Zjednoczone Stany Milosci), de Tomasz Wasilewski
EU, ELE, ELA (Me, Him, Her), de Max Landis
FACES DE UMA MULHER (Orpheline), de Arnaud des Pallières
FÁTIMA (Fatima), de Philiippe Faucon
GAGA: O AMOR PELA DANÇA (Mr. Gaga), de Tomer Heymann
KID CANNABIS, de John Stockwell
MÁS NOTÍCIAS PARA O SR. MARS (Des Nouvelles de la Planète Mars), de Dominik Moll
MISTÉRIO NA COSTA CHANEL (Ma Loute), de Bruno Dumont
NAS ESTRADAS DO NEPAL (Kalo Pothi), de Min Bahadur Bham
NINGUÉM DESEJA A NOITE (Nobody Wants the Night), de Isabel Coixet
NOJOOM, 10 ANOS, DIVORCIADA (Ana Nojoom Bent Alasherah Wamotalagah), de Khadija al-Salami
O ÍDOLO (Ya Tayr El Tayer), de HAny Abu-Assad
O PRESIDENTE (The President), de Mohsen Makhmalbaf
O REINO DA BELEZA (Le Règne de la Beautè), de Denys Arcand
O ÚLTIMO AMOR DE MR. MORGAN (Mr. Morgan’s Last Love), de Sandra Nettelbeck
OS BELOS DIAS DE ARANJUEZ (Les Beaux Jours d’Aranjuez), de Wim Wenders
PARAÍSO (Ray), de Andrey Konchalovsky
PERDIDOS EM PARIS (Paris Pieds Nus), de Fiona Gordon e Dominique Abel
SANGUE DO MEU SANGUE (House of Strangers), de Joseph L. Mankiewicz
SIERANEVADA, de Cristi Puiu
UM INSTANTE DE AMOR (Mal de Pierres), de Nicole Garcia
UMA DAMA DE ÓCULOS ESCUROS COM UMA ARMA NO CARRO (La Dame Dans L'auto Avec Des Lunettes Et Un Fusil), de Joann Sfar
VERSÕES DE UM CRIME (The Whole Truth), de Courtney Hunt

Serviço
Até 13/11, com 50% de desconto, no NOW por R$ 5,90 e R$ 2,95.

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